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LimãoDoceLimão

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Devolver, o quê... descolonização Cultural?

" Descolonização Cultural"? Estamos a brincar às histórias, ou ... estamos onde? Ah! ...já sei...estamos na famosa  "República das Bananas"! Já me esquecia...Se é para falar em descolonização que se o faça de forma séria. Falar em descolonização cultural, é o mesmo que dizer, vamos acabar com a história, com a nossa e com a deles. Querem que se devolva o quê? As bonecas do sudoeste de Angola, que fazem parte duma exposição permanente, no Museu de Etnologia? Não...juro que não entendo o que quer o Livre, livrar-se de Portugal? Dizem que abominam o racismo e são eles que promovem a diferença? São eles que se dizem a favor da liberdade da igualdade e, ao mesmo tempo, querem ser tudo mesmo iguais. Querem "levar a história" com eles? Por favor, se não se sentem bem por cá podem sempre voltar às suas origens, ajudar os seus povos, contribuir para o seu desenvolvimento. E, deixem por lá a hipocrisia! Por aqui há quem comece a sentir-se sufocado!

Eu não gosto disso !

E, o que é da História, à História pertence! 

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https://mnetnologia.wordpress.com/exposicao_permanente/3-exposicao-permanente-a-brincar-e-ja-a-serio-bonecas-do-sudoeste-de-angola/

Isabelinha, princesa de um reino desencantado!

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Vamos lá pensar positivo, aborrecer-nos com a Isabelinha, porquê? não percebo tamanha perseguição... a senhora até trabalha desde os anos noventa! Ora, também eu! Mas não dei por mim a fazer milhões à conta da pobreza dos outros! Ah!, pois é... eu não tenho um pai que nacionaliza empresas e me nomeia para as dirigir, nem faço negócios de triliões com os diamantes que, supostamente, deviam ser riqueza de uma nação, e não brinquedos valiosos, que só servem as mãos de alguns! E, tal princesa de seu reino encantado, linda e bela, outrora pouco adormecida, vem graciosa apostar e investir no seu tão querido Portugal! E não é que nos trouxe tantas alegrias com seus investimentos milionários?!E recheou de belos presentes, aqueles que tanto a adoraram...?!

Inocente, até prova em contrário, diz-se vitima de perseguição política, e quem sabe!! Vitima... talvez, mas da sua ganância e vaidade! Ah!! não,não...é uma caça às bruxas!!

Vou-me aborrecer com isto? Não, não vou! Vou continuar a enviar livros para Angola? Sim, claro que vou! 

 

Imagem retira de:https://e-global.pt/noticias/lusofonia/angola/angola-licencas-de-exploracao-de-diamantes-voltam-a-empresas-e-cooperativas-semi-industriais/

Desabafos de uma mãe preocupada...

Ser mãe é muito mais difícil do que qualquer outra condição, e o mais interessante é que os filhos crescem e as preocupações crescem com eles. Ser mãe é muito mais que carregar durante nove meses o nosso mais que tudo, passar pelas náuseas, pelos picos de ansiedade, pela oscilação de humor! Ser mãe é vê-los dormir, é ficar acordada nas imensas horas das noites de febre, cujo tempo passa de forma tão lenta, mas tão lenta, que faz inveja a qualquer preguiça em modo mais devar, devagarinho!

Ser mãe é sofrer no primeiro dia de infantário, a angustia de deixar a nossa criança ao "abandono", sentirmos que estamos a fazer o que é possível, mas, ainda assim, sentimos-nos muito mal. É o acompanhar no primeiro dia de escola, na primeira apresentação no teatro de Natal, a primeira festa da dança, da ginástica. Ser mãe é dar o que se tem,  e o que não se tem, mas, que se arranja sempre, mesmo que não exista, e aí... a gente inventa! Inventa tempo, inventa sorrisos, inventa disposição, inventa histórias, umas para o fazer comer, outras para o fazer dormir.

Ser mãe é estar lá, para o que der e vier, é ajudar nos trabalhos de grupo, nos trabalhos de casa, é fazer companhia nas longas noitadas de estudo para os exames. É sofrer com a espera dos resultados dos exames, da candidatura à faculdade, para não falar da carta de condução, primeiro a ansiedade do passa não passa, depois a angustia das saídas noturnas, do medo que aquilo que acontece aos outros também nos possa acontecer a nós. Eles crescem e nós crescemos com eles, eles fazem amigos, conhecem outras pessoas, namoram, acabam, vivem dramas e nós, vivemos com eles os seus dramas. Vivem a felicidade, e nós vivemos com eles essa felicidade, vivemos a alegria, a emoção, a gargalhada simples e verdadeira. Com eles choramos e rimos, é um mistura de emoções que se vivem e partilham, que crescem e nos fazem crescer, que nos tornam pessoas melhores, ou não...  

Ser mãe é mais que um estado, mais que uma condição, ou bênção.

Ser mãe é isto tudo, e sempre mais qualquer coisa!